NAVEGANDO NA ESTRANHEZA DOS DIAS

divulgação de livros e eventos


ESCRITOR LUANDINO VIEIRA APRESENTA NOVO LIVRO DO PADRE MÁRIO DE OLIVEIRA
Novo Livro do Apocalipse ou da Revelação é o título principal do mais recente livro do Pe. Mário – um livro com tudo de “póstumo”, como ele faz questão de frisar – que será apresentado pelo Escritor LUANDINO VIEIRA, no dia 17 de Outubro 2009, a partir das 15 horas, no Barracão de Cultura, da Associação AS FORMIGAS DE MACIEIRA (da Lixa), a freguesia na qual, vai para seis anos, o Autor está de novo a residir, agora, na sua despojada condição de Presbítero da Igreja do Porto, longe dos templos e dos altares. E onde, durante os três primeiros anos da passada década de setenta, que viria a ser – soubemo-lo depois – a do 25 de Abril, foi pároco a tempo integral, mas já então com tudo de simples Presbítero da Igreja do Porto e, consequentemente, com quase nada de pároco. E, nessa sua qualidade, foi, obviamente, preso por duas vezes pela PIDE e, outras tantas, julgado por um Colectivo de três Juízes, no Tribunal Plenário do Porto.
A sessão de apresentação conta também com a presença do Actor JÚLIO CARDOSO, da Companhia de Teatro SEIVA TRUPE, Porto, que lerá para nós versículos, à sua escolha, de alguns dos 140 capítulos do livro e, provavelmente, também do Prólogo-ao-Amanhã-que-vem (uma outra forma de dizer “Testamento do Pe. Mário”), com que o livro, surpreendentemente, termina /começa.

 

Estará igualmente presente na sessão a representante máxima da Editora AREIAS VIVAS que aceitou ligar a sua chancela a este livro, embora o seu conteúdo, com muito de fecundo e libertador duelo teológico desarmado (mais parece um Romance Teológico, em forma de Diário, da Sociedade e da Igreja, onde as revelações são mais que muitas e qual delas a mais pertinente), apenas responsabilize o seu Autor.
Caberá ao Pe. Mário encerrar a sessão, o que ele espera fazer com acutilantes palavras cheias de Ternura e de Paz e com dois ou três Textos-Poema seus, cantados por ele próprio, sem acompanhamento de nenhum instrumento musical, de modo a voltarmos a valorizar toda a sonoridade da Voz Humana, sem dúvida, a sonoridade que mais “mexe” connosco e nos cria e recria como seres humanos.
No final da sessão e como seu coroamento, será partilhado um “Porto de Sororidade /Fraternidade”, oferecido pela Editora. E haverá muitos exemplares do novo Livro que as pessoas poderão adquirir, na hora, fazer autografar pelo Autor, e levar, depois, com elas para as suas vidas, as quais nunca mais serão as mesmas, depois de o lerem /mastigarem /digerirem com a sua Mente Cordial e Crítica.
Ninguém, de perto e de menos perto, deixe de vir a esta Sessão. Tragam os vossos carros cheios de outras pessoas amigas ou familiares. Será uma Sessão como nunca se viu, única, irrepetível, inesquecível. E venham prevenidos para adquirirem exemplares do Livro para outras pessoas vossas conhecidas e amigas. Tanto mais que o próprio Autor, só à sua conta, assumiu, perante a Editora, o compromisso militante de vender 500 exemplares.
Já sabem que todo o dinheiro apurado com a venda deste livro, depois de pagas as despesas com a Gráfica e com a Distribuição, é para ajudar maieuticamente a concluir a construção do Barracão de Cultura. A própria Editora renunciou a ter qualquer lucro com a edição deste Livro. Porque a sua alegria maior é ver finalmente concluído o Barracão de Cultura. O Grande Sinal plantado em Macieira da Lixa, a proclamar ao Mundo que a via de humanização da Sociedade é a da Política Praticada pelas populações e pelos Povos e a da Cultura Maiêutica, não a via da Religião nem a via do Poder Político que, como nos revela a História, sempre mantêm as populações e os Povos no Infantil e na vassalagem, geração após geração! Quando, afinal, até a glória de Deus é que as populações sejam populações de olhos abertos, cresçam em cultura, pratiquem a Justiça, partilhem alegremente os seus bens e sejam donas dos seus próprios destinos!
Macieira da Lixa, 2 Outubro 2009
ara nós versículos, à sua escolha, de alguns dos 140 capítulos do livro e, provavelmente, também do Prólogo-ao-Amanhã-que-vem (uma outra forma de dizer “Testamento do Pe. Mário”), com que o livroessoas vossas conhecidas e amigas. Tanto mais que o próprio Autor, só à sua conta, assumiu, perante a Editora, o compromisso militante de vender 500 exemplares.
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E no dia 16, em Lisboa, no Palácio das Galveias, o amigo Gleidston lança o seu 1º livro – p.f. agenda e comparece
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estamos todos  convidados
 
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A PEDIDO DO AUTOR GLEIDSTON CESAR  PREFACIEI O LIVRO ” Os Sentimentos por detrás das palavras”

Dia 17 de Outubro, 15h, no Barracão de Cultura, Macieira da Lixa

e aqui o deixo  para leitura, partilhando o meu olhar sobre a escrita deste autor
 
Pode nem sempre ser fácil, pode, por vezes, parecer-nos estranha a formulação e a expressão do pensamento do autor Gleidston Cesar nestes poemas e textos poéticos em que nos fala de OS SENTIMENTOS (expressos) POR DETRÁS DAS PALAVRAS, mas uma das riquezas destes textos, desta poesia e destas falas do autor é, exactamente, a inesperada e invulgar – por isso rica – formulação, caldeada pela mesma língua entre dois países de expressão portuguesa com culturas bem diversas nas suas expressões apesar de uma raiz comum.
          Outro grande trunfo com que o autor joga, sem o fazer de forma deliberada, é a genuinidade da sua voz. Uma voz que fala de si, por si, sem nos permitir associações a influências literárias porque delas não encontramos eco nos poemas que, com originalidade e beleza, nos conduzem numa reflexão sobre o sentido do que é, ou não, a nossa humanidade como princípio primeiro e último da vida.
          Gleidston oferece-nos, numa singeleza de dádiva, o melhor de si numa intensa e extensiva busca interior no campo da compreensão do ser humano, na quebra da barreiras e preconceitos, do sentido primeiro e último do amor e da fraternidade com uma forte componente espiritual sem cair em lugares comuns, antes reforçando a sua voz única através da expressão do seu pensamento que pensa porque, parafraseando com adulteração o dito popular: cabeças há muitas…
         Melhor do que o poderia eu fazer o autor de si diz, com a naturalidade e a pureza das crianças e das grandes almas que caminham na contínua busca da sabedoria: “Descobri que para amar é preciso estar disponível./ Descobri que ler e escrever é necessário para entender a razão do ser humano. (…) Descobri que para dizer: eu te amo, preciso primeiro provar com atitudes. (…) Compreendi que respeito eu conquisto com as minhas atitudes. (…) Descobri que preconceito, eu venço com competência./
Aprendi que ser negro ou branco, me faz perder tempo no discurso, e ser humano, me faz conquistar a plateia.”
         Como disse no início pode nem sempre parecer fácil, mas é no descodificar das palavras, das emoções e dos sentimentos que o autor desvenda por palavras suas, plenas de sentido, com que desnuda a alma, que encontramos – por detrás da ilusória dificuldade – o sentido pleno deste belo livro de poesia onde o humanismo vive e respira.
 
Obrigada Gleidston por esta obra.
Termino com uma frase do autor, tão singeleza, tão verdadeira e intensa  – que quase parece banal, mas não se iludam – como toda a poesia que aqui nos oferece:
“Ando na luz da minha existência/ E isso me basta.”
 
 Conceição Paulino
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No passado sábado, 19 Set. 2009, tive o grato prazer de, por convite do autor, apresentar o último livro de poesia “O MEU CANCIONEIRO”
do poeta José-Augusto de Carvalho no auditório do Cine-Teatro de Viana do Alentejo.
Excerto do texto base da apresentação             
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Ao lermos um livro há sempre muito do autor – da pessoa que é – que para nós passa. Que captamos – assim o julgamos. (…)
José-Augusto de Carvalho é, em minha opinião, um homem fora do tempo.
(…)é um homem de valores, convicções e…palavra. Daí o desfasamento (…)Sabe, acima de tudo, o sentido e o valor da “alteridade”.
Sabe que ele é o outro, da mesma forma que o outro é, ou pode ser, a qualquer momento, ele/cada um de nós. (…)os seus sonhos e projectos são-no no colectivo.
(…) Fernando Pessoa afirmou que a poesia é uma forma de prosa em que se cria um ritmo artificial, através de: 1) pausas especiais – diferentes das que a pontuação define embora por vezes possam coincidir; 2) escrita do texto em linhas separadas, denominadas versos. Desta forma o autor/poeta cria 2 tipos de sugestões características à escrita poética: 1) sugestão rítmica/métrica, de cada verso por si; 2) sugestão tónica incidindo na última – ou única palavra do verso (se for o caso).
porque sente o poeta a necessidade de criar um ritmo artificial?
        – porque a emoção intensa não cabe numa simples palavra.
Daí a necessidade de criar uma musicalidade rítmica exterior à palavra – só por si – mas, que desta forma é contida no verso, no poema. Como se num cálice.
(….)Toda a ideia perfeitamente concebida é rítmica, por si e em si, e é isso que José-Augusto de Carvalho, mais uma vez, nos oferece com este Cancioneiro.
O ritmo, a rima, a estrofe são instrumentos disciplinadores da emoção de forma a exprimi-la não na forma tumultuada que é própria das emoções, mas num grau superior de controlo imposto pela disciplina destes três elementos. (…)Neste Cancioneiro, José-Augusto de Carvalho pega, com mestria, nas quadras em redondilha, maior e menor, nas estrofes e nas sextilhas, usa sabiamente o ritmo e a métrica para, numa linguagem actual, entrosar passado, presente e futuro deste povo que somos.
Os grandes momentos definidores da nossa identidade – porque é disso que se trata nesta obra aqui ofertada a todos – de reconhecer, aceitar, acarinhar e manter a nossa identidade que de Castela nos separou – são abordados:
desde as batalhas, Álcacer-Quibir, Salado, Aljubarrota;às cruzadas –fora e dentro do espaço que hoje constitui o Portugal luso (ver p:40 -Cantiga de amigo: “A dívida” em que enuncia as batalhas Aquém Tejo e Além do Tejo – dado que a Portugalidade se estende por muitos continentes – aos nossos mitos e lendas,
ao Bandarra e sua adivinhação, aos milagres estruturantes da nossa cultura.
                Dedica o poema “Quase uma oração: 42” a um tema tão português como “SAUDADE”. Desmonta/desconstrói o conceito em várias das suas vertentes, ou dimensões. “Saudade palavra linda…”, mas linda, porquê?
             Porque alimenta a esperança do retorno e do reencontro. Mas o mesmo sentimento, saudade, cria ansiedade, desesperança, angústia:
            “ …E a desventura detenha/ p’ra que no peito eu mantenha/a bater, meu coração(…)”
na última estrofe deste poema pede alento a Deus, pois a dor é tão grande que se torna destruidora. O autor implora que este sentimento se transforme. Mostra-nos a saudade como algo potencialmente transformador:“ Ai, que esta dor que alimento/seja, na massa o fermento/do pão da vossa clemência.”
Neste belo cancioneiro, do intimismo da alma, num registo mais pessoal ressoa forte um grito humano e social a que não podemos ficar indiferentes se queremos que A VIDA SEJA VIDA e não seja um qualquer ZAGAL a comandar-nos.
                                                                                                                                                                                 Vana do Alentejo Sessºa de apresentação de O MEU CANCINEIRO de J.A                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           
 
 
 
 
 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
convite_jose_augusto_de_carvalho
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Capa Sercial & Malvasia_Temas OriginaisA5322Lançamento de “Sercial & Malvasia”
(Contos e outras Prosas)

O autor, Joaquim Evónio, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Sercial & Malvasia”, a ter lugar na Casa da Madeira, sita na Rua do Alto do Duque, 5, em Lisboa, no próximo dia 25 de Setembro, pelas 19:00. Obra e autor serão apresentados pelo Dr. José Verdasca, Presidente da Ordem Nacional dos Escritores (Brasil) e pelo próprio, respectivamente. Nesta sessão intervirá Isabel Fontes e actuarão os músicos Mário Fonseca (Pavarotti) e Manuel Antunes. No final da sessão será servido um Madeira de Honra e Estrelícias para todos os presentes.

 

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Dia 12 de Setembro, nos Fenianos do Porto, apresentação do livro póstumo de Manuel de Lima, O REBELDE com a presença  da testamentária responsável pela compilação e edição Susana  Custódio  e da coordenadora Isabel Fontes . Apresentação do autor e da obra pelo Pde. Mário de Oliveira. Poemas do autor ditos pelo poeta Joaquim Evónio. No final,  
Porto de Honra criando mais um momento de convívio entre os presentes.
convite O rebelde Porto
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Temos o grato prazer de apresentar uma jovem e promissora autora num livro de grande qualidade e de te convidar a juntares-te a nós no próximo dia 25 (sábado), pelas 17H30 na Livraria Index, sita à R. D. Manuel II, 320, Porto [ http://livrariaindex.blogspot.com/ ]
 Um livro cuja escrita  “bordada” com o real e com o sonho dum real cada vez mais humano nos  fascina, quer pela forma quer pelo conteúdo.
A apresentação estará a cargo do escritor, jornalista e homem de cultura António M.Oliveira.
Haverá um amigo a dizer alguns dos textos desta “SAGRAÇÃO DO DIA” e o amigo Carlos Andrade a encantar-nos com a voz e a sua fiel viola.
 
Contamos contigo e ” ..traz outro amigo, também…..”
Até dia 25, pelas 17H30.
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Convite AZUL

 

 

 

 

 

 

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Sábado passado, dia 11, pelas 18H30 decorreu, no Grupo Dramático e Cultural Flor de Infesta,  a sessão de lançamento do meu livro de poesia: |meu país é um sonho sonhado|

O meu obrigada a todos os amigos, institucionais e particulares, ao Flor, à Junta de Freguesia, na pessoa do seu Presidente, ao editor, ao prefaciador e à apresentadora, bem como a Adolfo Neves que fez a bela foto que ilustra a capa do livro –  um dos painéis da estação da C.P de S. Mamede de Infesta numa época em que por aqui se vindimava.
 
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José Maiato, do Flor, abre a sessão
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José Maiato, do Flor, abre a sessão
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………………..                capa_frente J.orca                                                                                                                                                                                                                                                                                                          
O evento, lançamento público do livro passou.
Mas o verdadeiro evento,  o livro em si ,em que Jorge Castro,
ao estilo trovadoresco zurze, com saber, ironia e sentido figuras e situações
do nosso país está disponível e, para lavar e…durar.
Aqui Jorge Castro mostra-nos como, com perfeição estilística e sempre com qualidade,
domina mais este estilo poético.
O livro – evento duradouro – aí está. Para aquisição passem no blog do Jorge.
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A autora Fátima Fernandes e edium editores convidam para o lançamento da obra poética “Transparência de Ser”, dia 10 de Julho, 21H30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Aldoar.
Alguns dados sobre a autora: Fátima Fernandes (Amita) é natural de Vila Nova de Famalicão onde passou a infância. Após esse período, viveu sempre no Porto e, desde há 34 anos na Freguesia de Aldoar.
O gosto pelas Artes, entre elas a Poesia que desde muito pequena escreve, levou-a, no início de 2004, a entrar na blogosfera com o nick name Amita, onde a sua escrita é bastamente conhecida.
Frequenta as Tertúlias de Gondomar, S. Mamede de Infesta e Vermoim e, no Brasil participou em “Pão e Poesia”
Livros Colectivos:
. Antologia Poética Tertúlia em Flor – edição Edium Editores
. II Antologia de Poetas Lusófonos – edição Folheto Edições & Design
. II Antologia Noite de Poesia em Vermoim ( 2005 a 2009 ).
convite_TSer_Amita

convite natália frias Porto 4 julho

geisersFilo-Café: Viagens: De Lamego ao Titicaca

3 Outubro 2009, 18-24h
Teatro Ribeiro da Conceição
Lamego
Coordenação: Maria Estela Guedes
Inscrições Abertas:
Para a sua inscrição indique nome, lugar de proveniência e área de emissão, através de incomunidade@gmail.com ou: (00351) 965817337.
Áreas de Emissão: Pensamento, Multimédia, Fotografia, Música, Performance, Poesia, Pequenas-Comunicações, Artesanato, Filosofia, Semiótica, Pintura, Escultura.
As obras relativas às Artes Visuais devem ser instaladas, no espaço, nos dias:

 

2 de Outubro – das 14h às 19h

3 de Outubro – das 14h às 17h
Será apresentado o último livro da incomunidade:
Geisers de Maria Estela Guedes

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CONVITE:

capa_preview_frente
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“Cânticos de Zomba e Zurzimento”  novo livro do amigo e escritor Jorge Castro – lançamento: 27 de Junho (sábado), pelas 15h30, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha. Apresentação a cargo da historiadora e escritora Gabriela Morais.  
 
A palavra ao autor: (…) «Coligidas entre 2003 e 2009, situações diversas que foram contribuindo para o estado em que estamos, sugeriram-me olhares críticos, sobre aspectos da vida política e social, que agrupei nesta obra (…) , óbvio arremedo das nossas queridas cantigas de escárnio e maldizer, onde fui colher o espírito e a ousadia.
(…)  Para a capa contei com a criatividade do meu filho Alexandre Castro  
(…) Enriquecendo o lançamento, contarei, ainda, com as participações especiais de uma jovem violinista, Beatriz Lourenço Morais, e do escritor, poeta, jornalista, Pedro Laranjeira.»
 
Compareçam e façam uma grande festa de solidariedade em torno das palavras  do Jorge.   
:::::::::::
E se não pudeste comparecer no passado dia 18 na UFP, comparece dia 26, na Almedina (estádio)-Coimbra, 18H30 á sessão pública da apresentação do livro “Habitando na Metáfora do tempo – crónicas desejadas“, de Irene Marques a cargo do Prof. Pires Laranjeira.
 

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Apresentação do meu novo livro de poesia “ | O meu país é um sonho sonhado por soldados e marinheiros|” Capa do livroProv.
Dia 11 de Julho, 18H00/18H30, no Salão do Flor de Infesta, na cidade de S. Mamede de Infesta
dedicado:“ à população e à terra de S. Mamede de Infesta que há |quase| 35 anos, pela alma, me cativaram e fizeram com que aqui fixasse residência.”
                                       *
Razões da dedicatória:
“Creio necessárias algumas palavras sobre as razões porque dedico este livro à população de S. Mamede em todas as suas formas organizativas.
(…)
Tenho sessenta e quatro anos de vida extra-uterina. Destes |quase| trinta e cinco anos aqui foram vividos. Em S. Mamede de Infesta tive o meu grande envolvimento de cidadania política activa ocupando cargos autárquicos (a nível concelhio e de freguesia) bem como associativos. Aqui cresceram minhas três filhas. Boas razões creio
(…) Mas a razão maior não é esta.
Radica no passado.
(…) Deixei-me levar pelas brisas. Caminhei pelas ruas observando e cumprimentando. Escutando as conversas.
Ouvindo as vozes das almas.
Bebi ares de liberdade e na classe dominante, a operária, vi e senti O orgulho de ser gente. Um sentimento tão forte e similar ao meu e do meu amado povo Alentejano que nunca baixou a cerviz ao ter, conscientes do ser, que toda a busca aqui se centrou e cá lancei as raízes que até hoje me sustêm.”
Por favor agenda e divulga. Conto contigo.
O PVP será de 10,00€.
Podes fazer pré-reserva para mim (Tostimara@gmail.com) ou para edium.editme@gmail.com
                                                                   *
NOTA: capa sobre foto de Adolfo Neves de um painel da estação da C.P em S. Mamede de Infesta.
Esta terra tem raízes agrícolas e, em tempo idos, as víndimas faziam parte deste mundo rural.

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“O POETA É UM UNIVERSO LIVRE”

 CONVITE – vai ao Flor de Infesta

 O Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta tem o prazer de (o)a) convidar para a “Tertúlia Poética” a realizar na próxima sexta feira dia 15 de Maio de 2009 pelas 21,30 horas, cujo tema facultativo “Uma carícia a florir ”, decorre no Salão Polivalente desta Associação.

Este Sarau será animado com acompanhamento musical.

lugardapaz2

Cursos de Reiki em S. Mamede de Infesta –  no Flor de Infesta, na rua Padre Costa 118, em S. Mamede de Infesta (no final uma explicação breve sobre o que é o REIKI).

Inscrições: aeugenio@sapo.pt ou 91 899 08 29A 10 mn do Hospital de S. João, Porto.

Lugar da Paz

Sáb. 30 de Maio – Reiki Nível I – Aprendiz

O curso presencial (das 10h às 17h) é sobretudo prático. Número de participantes limitado.Este nível inclui sintonização, manual e certificado.
No Shoden ou Iniciação há uma preparação do corpo para ser um canal de cura por contacto directo.
DEFINIÇÃO DO REIKI – A SENSIBILIDADE À ENERGIA – O PODER DIVINO DOS CHACRAS – A HISTÓRIA DO REIKI – OS PRINCÍPIOS DO REIKI – APLICAÇÕES – AUTO-TRATAMENTO – TERAPIAS – LIMPEZA ENERGÉTICA
Dom. 31 de Maio – Reiki Nível III – Professor
O curso presencial (das 10h às 17h) é sobretudo prático. Número de participantes limitado.
Este nível inclui sintonização, manual e certificado. No Shinpiden ou Ensino do Mistério (à semelhança da metodologia de Mikao Usui) há uma sintonia com o quarto símbolo de Usui que permite realizar as sintonizações, e com o símbolo do Templar Degree: a chave energética da Consciência Crística, e são transmitidos os ensinamentos de Mestre Interior e de Professor.
MESTRE INTERIOR – PROFESSOR – OS SÍMBOLOS DO SHINPIDEN: DAI-KO-MYO, RAKU, TEMPLAR DEGREE – SINTONIZAÇÕES USUI SHIKI RYOHO EM PRESENÇA E À DISTÂNCIA – AUTO-SINTONIZAÇÃO – LIMPEZA E PURIFICAÇÃO DE ESPAÇOS – A CONSCIÊNCIA CRÍSTICA – MEDITAÇÕES COM OS SÍMBOLOS
O que é Reiki?
    –  no Japão dá-se o nome de KI à ENERGIA VITAL subjacente a todas as fontes de energia e é esta que, em conjunto com a REI ou ENERGIA UNIVERSAL, designa a ENERGIA VITAL DO UNIVERSO. podemos definir Reiki como: um método que permite a qualquer Ser vivo ligar-se à energia universal (REI) para com ela harmonizar a energia vital (KI) de todos. o equilíbrio da nossa energia KI é essencial para o bom funcionamento do organismo. com Reiki a nossa energia KI é
harmonizada pela energia REI promovendo a nossa qualidade de vida.

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Novo Livro de Pedro Foyos 001novo ivro de Paula Raposo - contactar a autora & outro livro de Paula Raposo

    poesia-em-vermoim-2-maio2 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
25 de Abril de 1974
– um evento incontornável apesar de tantos o quererem ignorar –
35 anos passados

25 de Abril de a974 – os seres iluminaram-se. as bocas floriram. os olhos cintilaram mares de sonhos e liberdade. as armas floriram rubros cravos de paz e solidariedade

 

 reconhecimento e encontro de humanidades

Comparece Sábado 23 na Livraria Index ;))
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convite_Ana_Eugenio
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4 comentários »

  1. O da Paula Raposo tenho o prazer de o ter, e
    já o ter lido.Está optimo!
    O Criador de Letras, vou tentar encontrá-lo.
    Obrigada pela partilha

    Comentar por Maria Clariknda — 2009/04/24 @ 10:26 | Responder

  2. Olá amiga, boa tarde! Bem que gostaria
    mas…não se pode estar em todo o lado. Lindo gesto de divulgação das obras e dos autores, porém, querida TMara a Ísis não é Teresa Fernandes e sim, Teresa Gonçalves:)
    Se não for antes até…sábado.
    Bji para ti e para a Ana linda, tua filha.

    Comentar por Teresa Gonçalves — 2009/06/22 @ 14:35 | Responder

  3. E assim se vêem as boas pessoas, além de pensar nela pensa também nos outros. Vejo muita Humildade!
    Não poderei estar presente no lançamento do livro da Conceição em pessoa, mas estarei em espírito. Vai correr tudo bem! Força! Para a frente é que é o caminho!! Beijos de SOL, da zzzz Isabel Fontes

    Comentar por Isabel Fontes — 2009/07/03 @ 12:47 | Responder

  4. Parabéns pelo lançamento do teu livro. Pelas imagens, correu muito bem.
    Não pude lá estar. Mas conheço pessoalmente o Zé Maiato de outras andanças (ecológicas).

    Comentar por peciscas — 2009/07/13 @ 18:33 | Responder


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